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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Realizado desde 1995 no dia 7 de setembro, o Grito dos Excluídos deste ano, mais uma vez, se soma à campanha “Fora Bolsonaro”.
  • Com atos e manifestações descentralizadas em todo o país, a ação promovida tem como lema “Vida em primeiro lugar” e vai garantir o protesto dos mais variados segmentos da sociedade.
  • Em uma carta de orientações da Coordenação Nacional do Grito dos Excluídos, o movimento ressalta que a iniciativa “mudou a cara do 7 de setembro.

Realizado desde 1995 no dia 7 de setembro, o Grito dos Excluídos deste ano, mais uma vez, se soma à campanha “Fora Bolsonaro”. Com atos e manifestações descentralizadas em todo o país, a ação promovida tem como lema “Vida em primeiro lugar” e vai garantir o protesto dos mais variados segmentos da sociedade.

Segundo o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, dom José Valdeci Santos Mendes, isso ocorre, de fato, por tudo que é negado no Brasil, “o direito à vida, essa derrubada dos direitos conquistados”.

Em uma carta de orientações da Coordenação Nacional do Grito dos Excluídos, o movimento ressalta que a iniciativa “mudou a cara do 7 de setembro e da Semana da Pátria, chamando o povo para descer das arquibancadas dos desfiles cívicos e militares e participar, ativamente, na luta por seus direitos, nas ruas e praças, nos centros e nas periferias de todo o Brasil”.

Além de lembrar a importância de se tomar os cuidados necessários na atividade para evitar contágios, o documento registra o que motiva a necessidade de saída às ruas.

Por: Morgana Kelly

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