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RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Conselho Municipal de Direitos da Mulher de Goiânia elegeu, esta semana, a psicóloga e ativista dos direitos da população LGBTQIA+, Beth Fernandes, como a primeira presidenta transexual da entidade.
  • A nova presidente do CMDM de Goiânia lembra que no Estado teve aumento de 10% de feminicídio e 27% de violência doméstica.
  • Ela estabeleceu a meta de trazer para a capital a Casa da Mulher Brasileira, que além de ser abrigo, profissionaliza as moradoras para alcançarem a independência financeira.

O Conselho Municipal de Direitos da Mulher (CMDM) de Goiânia elegeu, esta semana, a psicóloga e ativista dos direitos da população LGBTQIA+, Beth Fernandes, como a primeira presidenta transexual da entidade. A nomeação ao cargo tem vigência até 2023.

A nova presidente do CMDM de Goiânia lembra que no Estado teve aumento de 10% de feminicídio e 27% de violência doméstica.

Goiânia tem apenas um Centro de Valorização da Mulher (Cevam) e a Casa Abrigo Sempre Viva para acolher mulheres vítimas de violência doméstica. Por isso ela estabeleceu a meta de trazer para a capital a Casa da Mulher Brasileira, que além de ser abrigo, profissionaliza as moradoras para alcançarem a independência financeira e não precisarem voltar para casa dos agressores.

Por: Anna Karolina com supervisão de Morgana Kelly

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