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Difusora Pai Eterno: Uma história de Tradição na Comunicação em Goiás

Fundada em 1957, pelos empresários Omar Barbosa e Paulo de Castro, a Difusora nasceu com o nome rádio Difusora de Campinas, iniciando as transmissões em 24 de maio daquele ano, dia de Nossa Senhora Auxiliadora, padroeira de Goiânia. Desde a fundação, a emissora já possuía uma ligação com a Igreja Católica, tendo a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Campinas, logo neste início, ficado responsável pelo programa da oração da Ave-Maria, às 18 horas, seguido de um noticiário religioso.

Alguns meses depois os empresários ofereceram a emissora para o recém-chegado arcebispo de Goiânia, Dom Fernando Gomes dos Santos. Com negócio fechado, a rádio passou a pertencer à Arquidiocese de Goiânia que tinha por objetivo transformá-la, agora chamada de Rádio Difusora de Goiânia, em uma emissora educadora, especialmente para ser um suporte no trabalho de alfabetização.  O primeiro diretor deste período foi o padre redentorista Nelson Geraldo Antonino, da Paróquia de Campinas.

Nesta época, foi adquirida a sede própria da Difusora, na Avenida 24 de Outubro, onde a rádio está até hoje. Mais tarde, em 1971, o Conselho da Arquidiocese de Goiânia decidiu vender a emissora. Foi adquirida pela Congregação do Santíssimo Redentor de Goiás, formada pelos Missionários Redentoristas de Goiás, que permanecem ainda hoje como proprietários e administradores da Difusora. O primeiro diretor foi o padre Humberto Pieroni.

Ao longo de décadas, a Difusora Goiânia tornou-se referência em jornalismo sério e pautado na defesa das causas sociais. Pela emissora, passaram grandes nomes do radiojornalismo goiano, tais como Padre Jesus Flores, Senador Jorge Kajuru, estes ainda no quadro de colunistas da emissora, Altair Tavares,  tendo realizado coberturas históricas como a Assembleia Nacional Constituinte de 1988; Copa do Mundo de 1990, 1994, 1998 e 2002 e nas eleições em todos os níveis a partir da abertura política.

Outro destaque na programação são as transmissões de missas, iniciadas ainda nos primeiros tempos de fundação, com destaque para a transmissão de missas da Matriz de Campinas e do Santuário de Trindade, que permanecem até a atualidade. Na parte de entretenimento, se sobressai o perfil sertanejo, tanto raiz, quanto o universitário. O programa No Mourão da Porteira, transmitido desde os anos de 1970, é uma marca registrada e histórica na emissora, com a marca do inesquecível Claudino Silveira. Também estão presentes os tradicionais programas de entretenimento católico, como Na Alegria do Encontro, aos domingos, e o Santo Terço dos Filhos do Pai Eterno, durante a semana.

A partir de 2016, com parceria com a Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), a emissora também passou a ser transmitida no FM, sendo a única emissora em Goiânia presente nas duas frequências e também seu conteúdo passou a ser transmitido pela Rede Pai Eterno, somando 10 emissoras, sendo em 08 rede e 02 afiliadas em Goiás e em São Paulo.

Com uma nova roupagem, a Difusora mantém-se atual, mas continua preservando suas raízes e seu compromisso social de evangelizar, informar, oferecer entretenimento para as famílias e dar voz ao povo. Hoje, a emissora conta com administração do Conselho Gestor formado pelos missionários redentoristas Irmão Diego Joaquim, Padre Rafael Vieira e  Padre Welinton Silva.

 

FUNDAÇÃO PADRE PELÁGIO

A instituição da Fundação Padre Pelágio ocorreu em 1972 com finalidade ser a mantenedora da Rádio Difusora de Goiânia. A primeira diretoria da Fundação foi composta pelo Padre José Rodrigues de Sousa, Padre Humberto Pieroni, Padre Luís Ítalo Zômpero e Padre Geraldo Barbosa. Além da Difusora, a Rádio Xavantes de Ipameri também é mantida pela Fundação. Ao longo de sua história, a Fundação Padre Pelágio mantém sua obra de evangelização, mantendo a programação jornalística direcionada à formação popular, sendo reconhecida como instrumento de significado para a discussão dos problemas sociais. Hoje a fundação é presidida pelo Padre João Paulo Santos de Souza.