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RESUMO DA NOTÍCIA

  • As autoridades de saúde alertam para a baixa cobertura vacinal contra a paralisia infantil, em crianças de 12 meses a menores de 5 anos e contra o sarampo.
  • Além das fakenews e do Movimento Antivacina, a falsa sensação de segurança contribui para essa baixa adesão.
  • Em 2019, houve a reintrodução do sarampo no Brasil, que tinha o certificado de erradicação há mais de 20 anos e o surto da doença resultou em mortes pelo país.

As autoridades de saúde alertam para a baixa cobertura vacinal contra a paralisia infantil, em crianças de 12 meses a menores de 5 anos e contra o sarampo, em menores de 15 anos e adultos entre 20 e 49 anos. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre a importância da imunização e evitar que essas doenças erradicadas sejam introduzidas novamente no país.

Em Goiás, a meta é vacinar 95% do público-alvo. Na capital, até a última semana, a dose vacinal contra a paralisia infantil alcançou apenas 20,3% e contra o sarampo, 13,24%. Segundo a gerente de imunização da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES), Clarisse Carvalho, além das fakenews e do Movimento Antivacina, a falsa sensação de segurança contribui para essa baixa adesão.

Desde 2017, o Ministério da Saúde trabalha em parceria com estados e municípios, para mudar esse cenário.  Em 2019, houve a reintrodução do sarampo no Brasil, que tinha o certificado de erradicação há mais de 20 anos e o surto da doença resultou em mortes pelo país, e cinco casos registrados em Goiânia. O Calendário Nacional de Imunização oferece 18 vacinas gratuitas para crianças e adolescentes, como a BCG, a Rotavírus, a Febre amarela e a Tríplice viral. A ainda gerente destaca que a infância é o período mais vulnerável e por isso, é orientado que os pais levem os filhos até uma sala de vacinação e atualizem a caderneta de imunização.

Por: Anna Karolina com supervisão de Morgana Kelly

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